Talento com atitude: a chef Janaina Rueda muda a merenda escolar

 

Seguindo os bons passos do chef inglês Jamie Oliver, que iniciou um ambicioso programa em seu país para abolir a má qualidade do que era servido às crianças inglesas na escola, a chef Janaina Rueda está à frente do novo programa para Merenda Escolar do Estado de S. Paulo. É uma notícia excelente: saem nuggets, salsichas e carnes enlatadas responsáveis pela obesidade infantil e entram nos pratos dos estudantes carne de panela, refogado de carne moída, feijoada, frango à caçarola, estrogonofe, cuscuz de frango, peixada, macarrão com molhos gostosos e uma opção vegetariana que mudará a cada 15 dias, como arroz com lentilha, ovo ao molho e salada de beterraba.

Conhecida pelo seu Bar da Dona Onça e mais recentemente pela A Casa do Porco junto com o marido, Jefferson Rueda, essa determinada e talentosa chef de cozinha oferece um exemplo digno de ser imitado nos outros estados brasileiros. Inicialmente o programa, em parceria com a Secretaria de Educação, vai abranger as escolas da capital e em seguida, até 2018, estendido às cinco mil escolas de todo o Estado. Para isso, Janaina vai treinar cerca de 7500 merendeiras na ETEC Santa Efigênia, no centro de S. Paulo, visando alcançar os 1,8 milhão de alunos da rede.

A chef já vem testando alimentos in natura como acelga, couve, frutas sazonais, miúdos, lentilha e paleta suína, entre outros, bem recebidos pelos alunos, e retirando boa parte dos alimentos industrializados. “Quanto menos processados forem os alimentos, mais ricos em vitaminas e minerais eles serão. E menor também será a concentração de sódio, gordura e açúcar. Além disto, usando produtos frescos, estaremos mais próximos da nossa cultura alimentar”, explica Janaina, que desde já merece um prêmio em reconhecimento à sua bela iniciativa.

Outra vertente do projeto será a elaboração da Cartilha da Alimentação Escolar, que reunirá o programa agora anunciado, os produtos usados, as receitas desenvolvidas pela chef Janaina Rueda e a importância do hábito de cozinhar para a formação de hábitos alimentares saudáveis. Este material será produzido pela jornalista Luiza Fecarotta e todas as receitas estarão disponíveis no site da secretaria e redes sociais.

Billecart-Salmon na taça e na imaginação

 

Billecart-Salmon-champagne

Beber champagne é um luxo reservado aos melhores momentos da vida, todo mundo sabe. Nenhuma bebida se aproxima tanto das celebrações quanto este vinho procedente da região francesa que lhe dá nome. Como luxo, não é acessível à maioria da população, mas sempre belisca o imaginário de quem sonha com sua nobreza.

Uma das marcas que mais se aproximam dessa aura tem nome sonoro: Billecart-Salmon. Foi fundada em 1818 na vila de Mareuil-sur-Aÿ, na região de Champagne, pelo casal Nicolas-François Billecart e Elisabeth Salmon e é dirigida atualmente pela sexta geração da família. Uma impressão unânime é que trata-se de uma maison com alto volume de produção sem perder a forte qualidade em suas garrafas. Seu brut réserve já chegou a ganhar da revista inglesa Decanter o título de “Melhor champagne brut do mundo”.

Billecart-Salmon-3 champagnesA marca está sendo representada agora no Brasil pela importadora Grand Cru, que apresentou três rótulos em almoço no novo restaurante do chef italiano Salvatore Loi (Rua Joaquim Antunes, 102) em São Paulo: brut réserve, rosé e vintage 2006. Deles, tudo o que se pode esperar de grandes champagnes: equilíbrio, frescor e elegância de aromas, sabores e lembranças, todos feitos em maior ou menor grau com Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier, as uvas emblemáticas da região. Preços: brut R$375; 2006 R$550 e rosé R$595.

Surpresa alentejana: vinhos espanhóis

A mais recente novidade da Adega Alentejana, famosa por trazer uma gama variada de vinhos portugueses – não só do Alentejo –, é a inclusão de rótulos espanhóis em seu portfolio. Eles são das bodegas Villacreces, de Ribera del Duero; Izadi, da Rioja e Vetus, de Rueda, todas do mesmo grupo. Vinhos representativos dessas regiões emblemáticas da Espanha e que se situam em uma faixa média de preços.

Entre eles o Pruno 2014, um tinto da Villacreces com 14% de álcool, elaborado com 90% de Tempranillo e o restante de Cabernet Sauvignon. Tem bom frutado, com alguma madeira, taninos maduros equilibrados com a acidez e boa persistência. Segundo a importadora, a safra 2013 foi eleita por Robert Parker em seu “Guide to the Best of 2015” o vinho com o melhor custo/benefício do mundo. E antes, a safra 2010 havia sido considerada pelo americano o melhor vinho espanhol por menos de 20 dólares. Esta safra 2014 do Pruno custa aqui R$209,00.

Outro é o Izadi Crianza 2013, tinto 100% Tempranillo, com 14% de teor alcoólico. Lembra frutas vermelhas ao nariz e, na boca, tem corpo médio confirmando a sugestão frutada. Custa R$180,00. Entre os brancos, o Flor de Vetus 2015 é elaborado inteiramente com a uva Verdejo e tem 13% de álcool. Interessante, bem aromático, com ervas frescas e pegada cítrica ligeira. Preço: R$143,00

História de uma transformação – Fui o primeiro jornalista a escrever sobre o surgimento da Adega Alentejana em 1998, na Gula, época em que essa revista era uma espécie de antena avançada da enogastronomia no país. Era. Mas o que quero contar aqui é sobre a transformação da importadora nesses 18 anos. Manuel Chicau, seu dono, assumiu o compromisso de trazer vinhos e produtos de sua região natal, um começo difícil que o impediu de largar o emprego em uma empresa de engenharia de São Paulo por um bom tempo, até que a Adega pudesse caminhar sozinha.

Acompanhei esse início e, ao voltar de uma viagem a Portugal, disse a Manuel que havia bebido um belo vinho lá, dando a dica para que o importasse. Ao ouvir o nome do vinho, ele balançou a cabeça e falou: “Não, ele tem Cabernet Sauvignon, não é autenticamente alentejano”. Fiquei admirado com o compromisso de Manuel em preservar a origem dos produtos de sua terra, era bonito isso, mas pouco viável diante da concorrência abrangente que iria ocorrer nos anos seguintes, com o surgimento de centenas de importadoras disputando o mercado garrafa a garrafa.

Alguém já disse que “o sonho é a metade de uma realidade”. Pois Manuel duplicou seu sonho, incluiu outros vinhos e produtos de Portugal em seu portfolio e agora mira a Espanha, Chile e, imagino, outros países, transformando a pequena empresa inicial em uma gigante do setor. Diante desse crescimento e ao lembrar a usual categoria de classes indicando quem está no topo, temos agora a Importadora AA. Bravo, Manuel!

Comida japonesa ainda mais bonita

Sushi Chic 1

Todo mundo sabe que a comida japonesa encanta pelas cores e formatos de seus sushis, sashimis e outras preparações tradicionais. Para comer com os olhos, é o clichê mais comum. E há os sabores inusitados que também cativam o paladar. Acrescentar ainda mais beleza ao ato de degustá-la é o propósito de uma novidade recente em São Paulo: Sushi Chic.

A empresa afirma que as caixas que desenvolveu para a entrega são como um presente, tipo um porta-joias de sushis. Basta ver as fotos para constatar que realmente são bonitas, revelando também cuidadosa apresentação dos acompanhamentos: o wasabi e os molhos shoyu e tarê vêm em bisnaga e minigarrafas. Mas só beleza não põe mesa, diz o ditado. E não é que os sushis e sashimis são gostosos e finalizados com capricho?

A ideia do Sushi Chic é do empresário francês Laurent Benhamou, que trabalha com moda, indicando que “a primeira coleção de receitas foi assinada por Danilo Miyabara, sushiman há 25 anos. Mas nada impede que venham edições limitadas com autoria de outros chefs reconhecidos”. O cardápio é extenso, com possibilidade de escolha por tipo de sushi, por exemplo, e as caixas são desenvolvidas em combinados para uma, duas ou quatro pessoas, a preços variados que vão de R$ 54,00 a R$ 219,00. Há comida quente, como teppan de salmão, filé mignon ou de frutos do mar e yakissoba de carne, frango e frutos do mar. Se precisar de saquê, tem também.

Sushi Chic - foto Leticia Bitencourt

Sushi Chic atende a capital paulista (centro expandido, Vila Mariana e Aclimação), online e pelo tel. (11) 3900 5000, no almoço e à noite, com a empresa garantindo que faz a entrega em até 50 minutos.

 

 

 

Vinho comemora a fundação da importadora La Pastina 

1947 La PastinaCelso La Pastina, diretor da importadora La Pastina, e Luciano Ercolino, da vinícola italiana Vinosia se uniram para lançar no mercado o vinho “Dal 1947 Primitivo de Manduria DOP”, criado exclusivamente para a La Pastina homenagear o ano de sua fundação (1947).

O vinho feito a quatro mãos por Celso e Luciano passa agora a fazer parte do portifólio da importadora. “Trouxemos este rótulo, que marca a data da nossa fundação, e acreditamos no sucesso deste vinho por sua qualidade e imponência”, indica Celso La Pastina.

Produzido na região de Manduria (Puglia, sul da Itália), o Dal 1947 é feito com a uva Primitivo de um vinhedo da década de 40, localizadas em uma parcela demarcada da vinícola Vinosia, rebatizada hoje como Terre di San Vincenzo, que ganhou este nome em homenagem ao Sr. Vicente, fundador da La Pastina. “Neste pequeno pedaço de terra estão concentradas as melhores vinhas de Luciano Ercolino. Meu pai merecia uma homenagem à sua altura, além de um vinho exclusivo, sonho antigo da família La Pastina. Por isso, esperamos até encontrar o vinho certo que contasse a história e a tradição da La Pastina em cada gole”, afirma Celso La Pastina, indicando que o Dal 1947, tal como os vinhos dessa ensolarada região italiana, “tem aroma de cerejas e framboesas maduras, notas de chocolate e especiarias, como baunilha. Na boca é encorpado, com taninos macios e final persistente”.

O Dal 1947 pode ser encontrado nas principais lojas de vinho e empórios de todo Brasil ao preço de R$ 240,00

www.lapastina.com

Gosta de vinho italiano? Veja como ele saiu do inferno

Piemonte, região do Barolo

Em 2015, de cada cinco garrafas vendidas no planeta uma era italiana. É uma impressionante marca do primeiro produtor mundial de vinhos, em números divulgados pela Coldiretti, principal confederação italiana de viticultores. O país faturou no ano passado 5,4 bilhões de euros, um aumento de 575% nos últimos 30 anos.

E por que a comparação com essas três décadas? Em 1986, um escândalo arremessou ao inferno os brancos, tintos, rosés e espumantes italianos: eram os vinhos “batizados” (por demônios?) com metanol, que envenenaram um grande número de pessoas. Veio então um maior controle de qualidade e normas mais rígidas de elaboração que resgataram a confiança dos consumidores no mundo inteiro. Com produção de 48,9 milhões de hectolitros, 66% de suas garrafas vendidas no exterior são classificadas como DOCG e DOC (denominação de origem controlada e garantida) ou IGT (indicação geográfica típica).

Os vinhos italianos mais populares são Chianti, Brunello di Montalcino, Barolo (foto), os elaborados com Pinot Grigio e o espumante Prosecco, que ultrapassou a produção francesa de champagne em volume.

Boa oportunidade para um paralelo com nosso país na área política: se a corrupção está envenenando nossas instituições como um vinho propositalmente estragado, nada como recomeçar a partir de normas mais rígidas de controle e punição para que volte, forte e limpo, o rótulo do respeito à ética.

Cortesia e boa educação têm preço?

HufPost

Os franceses – e mais particularmente os parisienses – não são exatamente conhecidos por seu humor esfuziante e boa vontade com os turistas. Quem já pediu uma informação em Paris, ainda mais em inglês, sabe do que estou falando. Mas são muito gentis entre eles e amigos estrangeiros, apreciando todas as formas de verbalizar as boas normas da educação, mesmo com certo distanciamento. O “bonjour” seguido do “s’il vous plaît” é obrigatório, assim como o “merci” e o “pardon” entoado várias vezes ao dia para solicitar algo ou pedir desculpas.

Talvez por isso eles se incomodem tanto quando alguém – turista principalmente – chega a um lugar e pede algo sem “politesse”, isto é, sem as mínimas regras da educação e cortesia. E então alguns cafés e bares começaram a colocar no cardápio uma curiosa sucessão de preços, de acordo com o tom do pedido:

“Um café” custa 1,50€

“Um café, por favor” cai para 1,30€

“Bom dia, um café por favor” vale 1€.

Ao menos por interesse pelo preço menor, deve valer esse mínimo esforço, mesmo que para muitos a delicadeza com os outros não passe de um verniz ou um mero azeite social que lubrifica a relação entre os humanos. Ok, vale assim mesmo, não?

As 5 novidades do Holy Burger. Delícias por uma boa causa

Holy Burger - Mr. Cris. P. Burger - foto Rogerio Gomes - divulgação

Uma das mais simpáticas casas de hambúrgueres de São Paulo é a Holy Burger, pequena, com uma decoração atraente e, claro, bons sanduíches. Após um ano e meio da inauguração no centro da cidade e comprometida com projetos sociais, apresenta novo cardápio com estas cinco sugestões:

Chilli – Queijo cheddar, chilli, sour cream, farofa de bacon e cebolinha no pão branco – R$ 30;

Mr. Chris P. (foto)– Gorgonzola cremoso, cebola crispy e molho barbecue de cerveja escura no pão branco – R$ 25 (foto);

Veggie – Burger de falafel, shimeji na manteiga, tomate e maionese verde no pão integral – R$ 21;

Pony Line – Burger Dry Aged 50 dias, cheddar inglês e melaço de bacon no pão de cebola – R$ 35;

Spicy Pulled Chicken – Peito de frango desfiado no molho barbecue, coleslaw e picles de jalapeño no pão branco – R$ 21;

Continua a servir os clássicos Original Burger, Holy Burger e Cheeseburger de 160 gramas com mistura de três diferentes cortes de carne. Que podem ser acompanhados por batatas fritas com casca em versões individual e para compartilhar, que custam R$ 5 e R$ 14. Além disto, há três opções de sobremesas: pudim de leite condensado assado na latinha, cheesecake com calda de frutas vermelhas feita na casa e bolo de chocolate meio amargo. Todas por R$ 14 cada.

Com a marca, os sócios Filipe Fernandes, Gabriel Prieto e Marcus Vinicius arrecadam recursos para dois projetos sociais: Extreme Impact e Um Novo Tempo, ambos sediados no bairro da Bela Vista. Trabalham com aulas e apresentações de arte voltadas para crianças, adolescentes e jovens, sendo que o Extreme Impact é itinerante e acabou de voltar do sertão de Pernambuco, na cidade de Serrita, onde fizeram intervenções culturais junto aos jovens.

Serviço

Holy Burger

Rua Dr. Cesário Mota Jr, 527, Centro, SP

(11) 4329-9475

Segunda a quinta das 12h às 16h e das 18h a 0h; sexta das 12h às 16h e das 18h a 1h; sábado das 12h a 1h

Holy Burger Delivery e Take Away

Rua Dr. Cesário Mota Jr, 482, Centro, SP

(11) 3214-1314 ou 1319

Segunda a quinta das 12h a 0h; sexta até 1h e sábado das 12h a 1h. O serviço abrange até 8km da unidade e a taxa de entrega varia conforme a distância.

Le Squer no Le Cinq: a conquista das estrelas

Le Cinq - timbale de homard

A estratégia deu certo: o grupo hoteleiro de luxo Four Seasons não se conformava em ver, ano após ano, seu melhor restaurante no fabuloso Georges V de Paris, o Le Cinq, patinar nas duas estrelas do Michelin, o incontestável guia que diz quem é quem nas altas esferas da gastronomia francesa. Após contratar o discreto chef Christian Le Squer em outubro de 2014, o restaurante chegou ao cume das 3 estrelas no guia lançado agora em fevereiro.

Missão cumprida para este bretão que sonhava ser marinheiro, preferiu forno e fogão e trouxe para eles a magia ao trabalhar peixes e frutos do mar de sua terra natal. É verdade que já chegou ao Le Cinq com a fama das 3 estrelas no Pavillon Ledoyen, seu restaurante anterior, mas vencer a resistência do conservador Michelin, que costuma esperar alguns anos para referendar trocas de chefs, foi uma proeza.

Um leitor do Michelin escreveu: “O chef Christian Le Squer é um criador de aromas e um maravilhoso compositor de sabores. O restaurante Le Cinq merece seguramente essa terceira estrela para se alçar ao panteão da gastronomia francesa”. O homard (lagosta da Bretanha) com spaghetti trufado em “timbale” (enformado) que o chef faz confirma a impressão. E a foto acima ratifica.

Le Cinq se notabiliza também por sua inacreditável carta de vinhos assinada por Éric Beaumard e suas mais de 50 mil garrafas na adega. Os menus degustação vão de 145 a 310 euros por pessoa.

Le Cinq

 

 

O recorde do Vale dos Vinhedos

Vale dos Vinhedos

Quase 400 mil visitantes em 2015: este é o balanço do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, região que desenvolve o enoturismo a um ritmo que a chumbada economia brasileira desconhece. O aumento em relação ao ano anterior foi de 34%, superando as expectativas da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), que esperava não mais de 10% a 15%. Um recorde, quase 10 vezes mais, por exemplo, que os visitantes de 2001.

A bela região abrange trechos dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul e ali se encontram bons hotéis, comida gostosa, eventos obviamente ligados ao vinho e outras atrações típicas (a programação está no site www.valedosvinhedos.com.br. A maioria dos quase 400 mil visitantes é formada por brasileiros, com 92% do total, procedentes em sua maioria dos estados das regiões Sul e Sudeste. Os 8% de estrangeiros estão representados, principalmente, por norte-americanos, franceses, alemães, italianos, portugueses, uruguaios e argentinos. Uma conquista e tanto dos descendentes de italianos que ali fizeram sua segunda pátria e recebem muito bem os turistas. Em tempos de dólar nas alturas é uma boa opção subir a Serra Gaúcha.

Colheita Simbólica no Vinhedo do Mundo - Foto Daniel Anderson - Divulgação

Lá, além de bebericar os vinhos locais, com destaque para os bons espumantes, um dos passeios mais simpáticos é ao Instituto R. Dal Pizzol, que mantém o Vinhedo do Mundo, coleção com 400 variedades de uvas de 30 países dos cinco continentes. Está junto ao Ecomuseu da Cultura do Vinho, localizado na Rota Cantinas Históricas, em Faria Lemos, distrito de Bento Gonçalves. Há pouco ocorreu ali a colheita para o Vinum Mundi, elaborado com nada menos de 165 uvas diferentes. O Vinhedo do Mundo pode ser visitado de segunda a sexta, das 9h às 11h40min e das 13h30min às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h30min. Para grupos é preciso agendar reserva pelo telefone 54 3449 2255 ou e-mail dalpizzol@dalpizzol.com.br