Comprar olhando rótulo? Nesta feira, não. Beba os vinhos antes

garrafas

Quem gosta de vinhos terá no sábado, dia 29 de outubro, uma boa chance de escolha. Uma feira, aberta ao público das 12h00 às 22h00, irá reunir vinhos e destilados premiados com medalhas em diversos concursos. A maior vantagem é justamente poder experimentar antes de comprar. E com a venda direta os expositores prometem preços convidativos, destacando vinhos que exibem relação custo x benefício interessante, com premiados a partir de 30 reais.

A Expo Medalhados acontecerá no Centro Cultural Unibes, à Rua Oscar Freire, 2.500, no Sumaré, zona oeste de São Paulo. O evento reunirá vinhos e destilados premiados no Concurso Mundial de Bruxelas-Brasil e no The Best of Wine Weekend, ambos realizados no decorrer deste ano. Serão cerca de 20 empresas reunidas no agradável espaço cultural da Unibes, cada uma em sua barraca ao estilo feira livre.

Serviço:

Expo Medalhados

Dia 29 de outubro de 2016

Das 12h00 às 22h00

Centro Cultural Unibes

Rua Oscar Freire, 2.500, Sumaré, SP

Facebook: facebook.com/clubedosmedalhados

Cheire e beba seu vinho imaginado. Faz bem

Mãos e taças

Você está parado no trânsito, a fila quilométrica de carros não dá chances de chegar mais cedo em casa. O que dá para fazer numa hora dessas para atenuar o stress? A saída: imaginar que está bebendo o seu vinho predileto. Primeiro, “sinta” o aroma com calma e em seguida “beba” um pequeno gole, lembrando todo o prazer que ele sempre lhe proporcionou.

Brincadeira maluca? Que nada, essa é a conclusão de um estudo desenvolvido nas universidades de Wellington, de Harvard e de Plymouth, como indicou Maryanne Gary, uma das pesquisadoras:

“Nós chegamos à conclusão de que os efeitos da sugestão são mais importantes e frequentemente mais surpreendentes do que muita gente poderia pensar”. E uma das bases da pesquisa foi justamente aferir a vontade de beber o vinho bem-amado em meio a situações estressantes, com resultados que permitiram checar que o “pensador” realmente se sente mais relaxado. O estudo foi divulgado na revista universitária Current Directions in Psychological Science.

Os pesquisadores afirmaram que isso tem a ver com o que chamam de “resposta esperada”, assim definida: se desejamos que o vinho nos relaxe, nosso cérebro responde automaticamente nos tornando mais abertos e dispostos a aceitar aquela premissa, “em um ensaio subconsciente visando atingir as nossas expectativas”. É um fenômeno parecido com o “efeito placebo”, quando tomamos um falso medicamento pensando ser verdadeiro e passamos a nos sentir bem. Tim-tim, saúde!

 

Nem de segunda nem de primeira. Apenas boa pra valer

 

Um jornalista português me perguntou recentemente onde se come a melhor carne, se na Argentina ou no Brasil. Respondi que, pela minha impressão e conhecendo razoavelmente o vizinho país, é possível comer boa carne em mais lugares lá do que aqui. Isto é, temos produtos de alta qualidade, mas eles são uma exceção, só encontrados nas melhores churrascarias e mercados mais exclusivos. E a um preço distante dos açougues comuns espalhados pelo Brasil para a (muitas vezes dura) carne nossa de cada dia.

Manter o gado em condições ideais de existência, com rações naturais, sem hormônios, e investir nas raças estrangeiras mais adequadas para o cruzamento que gere uma boa carne custa caro, sem dúvida. Mas quem experimenta um suculento e macio corte procedente de um animal com esse tipo de manejo sabe que compensa o “vale quanto pesa”.

Conversei recentemente com o criador Antônio Ricardo Sechis (foto), há 25 anos trabalhando com gado visando os melhores cortes para a marca que ele denominou Beef Passion. Realmente apaixonado pelo assunto e capaz de esquecer de comer a carne à sua frente em sua minuciosa explanação, Sechis começa surpreendendo ao negar a tradicional classificação entre “carne de primeira e carne de segunda”, algo arraigado entre os costumes brasileiros de consumo. Para ele, só existem “bois de primeira” e “bois de segunda” e, para provar, serviu cortes de acém, paleta e costela, tidas como “de segunda”. Deliciosas, tenras e plenas de sabor, provando a sua tese. Todos os cortes, diz, apresentam como principal característica a existência de finas camadas de gordura entremeadas na carne, o chamado marmoreio, responsável pela maciez e sabor. Esse é o segredo, além da escolha certa dos animais – ele utiliza nos cruzamentos com Nelore as raças Angus e Wagyu, originárias da Austrália e Japão, gerando cortes com os selos “Australian Angus” e “Kobe Passion”.

Suas fazendas estão localizadas em São Paulo e Mato Grosso do Sul e são certificadas pela organização Rainforest Alliance seguindo os padrões da Sustainable Agriculture Network. Além disso, o produtor afirma que não usa hormônios na criação.

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As carnes da Beef Passion são encontradas em restaurantes, hamburguerias e alguns mercados e também em seu espaço no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, onde há uma churrasqueira e salão para pequenos eventos e é possível encontrar os 72 cortes da marca, porcionados e embalados a vácuo. Para facilitar a escolha, a empresa decidiu criar alguns kits, reunindo diversos cortes. Um exemplo é o Kit 2, para seis pessoas, com 560 grs de fraldinha, 760 grs de beef ancho, 300 grs de beef de chorizo, 300 grs de kobe, 300 grs de beef de chorizo Australian Angus e 318 grs de shoulder beef. Preço: R$ 399,00, com entrega grátis.

A loja fica na Rua Barão de Tatuí 229, tel. (11) 3661-8090. Funciona de segunda a sexta, das 10 às 18 horas; sábado, das 10 às 14 horas. Aceita os cartões de crédito e de débito Visa e MasterCard.

Talento com atitude: a chef Janaina Rueda muda a merenda escolar

 

Seguindo os bons passos do chef inglês Jamie Oliver, que iniciou um ambicioso programa em seu país para abolir a má qualidade do que era servido às crianças inglesas na escola, a chef Janaina Rueda está à frente do novo programa para Merenda Escolar do Estado de S. Paulo. É uma notícia excelente: saem nuggets, salsichas e carnes enlatadas responsáveis pela obesidade infantil e entram nos pratos dos estudantes carne de panela, refogado de carne moída, feijoada, frango à caçarola, estrogonofe, cuscuz de frango, peixada, macarrão com molhos gostosos e uma opção vegetariana que mudará a cada 15 dias, como arroz com lentilha, ovo ao molho e salada de beterraba.

Conhecida pelo seu Bar da Dona Onça e mais recentemente pela A Casa do Porco junto com o marido, Jefferson Rueda, essa determinada e talentosa chef de cozinha oferece um exemplo digno de ser imitado nos outros estados brasileiros. Inicialmente o programa, em parceria com a Secretaria de Educação, vai abranger as escolas da capital e em seguida, até 2018, estendido às cinco mil escolas de todo o Estado. Para isso, Janaina vai treinar cerca de 7500 merendeiras na ETEC Santa Efigênia, no centro de S. Paulo, visando alcançar os 1,8 milhão de alunos da rede.

A chef já vem testando alimentos in natura como acelga, couve, frutas sazonais, miúdos, lentilha e paleta suína, entre outros, bem recebidos pelos alunos, e retirando boa parte dos alimentos industrializados. “Quanto menos processados forem os alimentos, mais ricos em vitaminas e minerais eles serão. E menor também será a concentração de sódio, gordura e açúcar. Além disto, usando produtos frescos, estaremos mais próximos da nossa cultura alimentar”, explica Janaina, que desde já merece um prêmio em reconhecimento à sua bela iniciativa.

Outra vertente do projeto será a elaboração da Cartilha da Alimentação Escolar, que reunirá o programa agora anunciado, os produtos usados, as receitas desenvolvidas pela chef Janaina Rueda e a importância do hábito de cozinhar para a formação de hábitos alimentares saudáveis. Este material será produzido pela jornalista Luiza Fecarotta e todas as receitas estarão disponíveis no site da secretaria e redes sociais.

Billecart-Salmon na taça e na imaginação

 

Billecart-Salmon-champagne

Beber champagne é um luxo reservado aos melhores momentos da vida, todo mundo sabe. Nenhuma bebida se aproxima tanto das celebrações quanto este vinho procedente da região francesa que lhe dá nome. Como luxo, não é acessível à maioria da população, mas sempre belisca o imaginário de quem sonha com sua nobreza.

Uma das marcas que mais se aproximam dessa aura tem nome sonoro: Billecart-Salmon. Foi fundada em 1818 na vila de Mareuil-sur-Aÿ, na região de Champagne, pelo casal Nicolas-François Billecart e Elisabeth Salmon e é dirigida atualmente pela sexta geração da família. Uma impressão unânime é que trata-se de uma maison com alto volume de produção sem perder a forte qualidade em suas garrafas. Seu brut réserve já chegou a ganhar da revista inglesa Decanter o título de “Melhor champagne brut do mundo”.

Billecart-Salmon-3 champagnesA marca está sendo representada agora no Brasil pela importadora Grand Cru, que apresentou três rótulos em almoço no novo restaurante do chef italiano Salvatore Loi (Rua Joaquim Antunes, 102) em São Paulo: brut réserve, rosé e vintage 2006. Deles, tudo o que se pode esperar de grandes champagnes: equilíbrio, frescor e elegância de aromas, sabores e lembranças, todos feitos em maior ou menor grau com Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier, as uvas emblemáticas da região. Preços: brut R$375; 2006 R$550 e rosé R$595.

Surpresa alentejana: vinhos espanhóis

A mais recente novidade da Adega Alentejana, famosa por trazer uma gama variada de vinhos portugueses – não só do Alentejo –, é a inclusão de rótulos espanhóis em seu portfolio. Eles são das bodegas Villacreces, de Ribera del Duero; Izadi, da Rioja e Vetus, de Rueda, todas do mesmo grupo. Vinhos representativos dessas regiões emblemáticas da Espanha e que se situam em uma faixa média de preços.

Entre eles o Pruno 2014, um tinto da Villacreces com 14% de álcool, elaborado com 90% de Tempranillo e o restante de Cabernet Sauvignon. Tem bom frutado, com alguma madeira, taninos maduros equilibrados com a acidez e boa persistência. Segundo a importadora, a safra 2013 foi eleita por Robert Parker em seu “Guide to the Best of 2015” o vinho com o melhor custo/benefício do mundo. E antes, a safra 2010 havia sido considerada pelo americano o melhor vinho espanhol por menos de 20 dólares. Esta safra 2014 do Pruno custa aqui R$209,00.

Outro é o Izadi Crianza 2013, tinto 100% Tempranillo, com 14% de teor alcoólico. Lembra frutas vermelhas ao nariz e, na boca, tem corpo médio confirmando a sugestão frutada. Custa R$180,00. Entre os brancos, o Flor de Vetus 2015 é elaborado inteiramente com a uva Verdejo e tem 13% de álcool. Interessante, bem aromático, com ervas frescas e pegada cítrica ligeira. Preço: R$143,00

História de uma transformação – Fui o primeiro jornalista a escrever sobre o surgimento da Adega Alentejana em 1998, na Gula, época em que essa revista era uma espécie de antena avançada da enogastronomia no país. Era. Mas o que quero contar aqui é sobre a transformação da importadora nesses 18 anos. Manuel Chicau, seu dono, assumiu o compromisso de trazer vinhos e produtos de sua região natal, um começo difícil que o impediu de largar o emprego em uma empresa de engenharia de São Paulo por um bom tempo, até que a Adega pudesse caminhar sozinha.

Acompanhei esse início e, ao voltar de uma viagem a Portugal, disse a Manuel que havia bebido um belo vinho lá, dando a dica para que o importasse. Ao ouvir o nome do vinho, ele balançou a cabeça e falou: “Não, ele tem Cabernet Sauvignon, não é autenticamente alentejano”. Fiquei admirado com o compromisso de Manuel em preservar a origem dos produtos de sua terra, era bonito isso, mas pouco viável diante da concorrência abrangente que iria ocorrer nos anos seguintes, com o surgimento de centenas de importadoras disputando o mercado garrafa a garrafa.

Alguém já disse que “o sonho é a metade de uma realidade”. Pois Manuel duplicou seu sonho, incluiu outros vinhos e produtos de Portugal em seu portfolio e agora mira a Espanha, Chile e, imagino, outros países, transformando a pequena empresa inicial em uma gigante do setor. Diante desse crescimento e ao lembrar a usual categoria de classes indicando quem está no topo, temos agora a Importadora AA. Bravo, Manuel!

Comida japonesa ainda mais bonita

Sushi Chic 1

Todo mundo sabe que a comida japonesa encanta pelas cores e formatos de seus sushis, sashimis e outras preparações tradicionais. Para comer com os olhos, é o clichê mais comum. E há os sabores inusitados que também cativam o paladar. Acrescentar ainda mais beleza ao ato de degustá-la é o propósito de uma novidade recente em São Paulo: Sushi Chic.

A empresa afirma que as caixas que desenvolveu para a entrega são como um presente, tipo um porta-joias de sushis. Basta ver as fotos para constatar que realmente são bonitas, revelando também cuidadosa apresentação dos acompanhamentos: o wasabi e os molhos shoyu e tarê vêm em bisnaga e minigarrafas. Mas só beleza não põe mesa, diz o ditado. E não é que os sushis e sashimis são gostosos e finalizados com capricho?

A ideia do Sushi Chic é do empresário francês Laurent Benhamou, que trabalha com moda, indicando que “a primeira coleção de receitas foi assinada por Danilo Miyabara, sushiman há 25 anos. Mas nada impede que venham edições limitadas com autoria de outros chefs reconhecidos”. O cardápio é extenso, com possibilidade de escolha por tipo de sushi, por exemplo, e as caixas são desenvolvidas em combinados para uma, duas ou quatro pessoas, a preços variados que vão de R$ 54,00 a R$ 219,00. Há comida quente, como teppan de salmão, filé mignon ou de frutos do mar e yakissoba de carne, frango e frutos do mar. Se precisar de saquê, tem também.

Sushi Chic - foto Leticia Bitencourt

Sushi Chic atende a capital paulista (centro expandido, Vila Mariana e Aclimação), online e pelo tel. (11) 3900 5000, no almoço e à noite, com a empresa garantindo que faz a entrega em até 50 minutos.

 

 

 

Gosta de vinho italiano? Veja como ele saiu do inferno

Piemonte, região do Barolo

Em 2015, de cada cinco garrafas vendidas no planeta uma era italiana. É uma impressionante marca do primeiro produtor mundial de vinhos, em números divulgados pela Coldiretti, principal confederação italiana de viticultores. O país faturou no ano passado 5,4 bilhões de euros, um aumento de 575% nos últimos 30 anos.

E por que a comparação com essas três décadas? Em 1986, um escândalo arremessou ao inferno os brancos, tintos, rosés e espumantes italianos: eram os vinhos “batizados” (por demônios?) com metanol, que envenenaram um grande número de pessoas. Veio então um maior controle de qualidade e normas mais rígidas de elaboração que resgataram a confiança dos consumidores no mundo inteiro. Com produção de 48,9 milhões de hectolitros, 66% de suas garrafas vendidas no exterior são classificadas como DOCG e DOC (denominação de origem controlada e garantida) ou IGT (indicação geográfica típica).

Os vinhos italianos mais populares são Chianti, Brunello di Montalcino, Barolo (foto), os elaborados com Pinot Grigio e o espumante Prosecco, que ultrapassou a produção francesa de champagne em volume.

Boa oportunidade para um paralelo com nosso país na área política: se a corrupção está envenenando nossas instituições como um vinho propositalmente estragado, nada como recomeçar a partir de normas mais rígidas de controle e punição para que volte, forte e limpo, o rótulo do respeito à ética.

Cortesia e boa educação têm preço?

HufPost

Os franceses – e mais particularmente os parisienses – não são exatamente conhecidos por seu humor esfuziante e boa vontade com os turistas. Quem já pediu uma informação em Paris, ainda mais em inglês, sabe do que estou falando. Mas são muito gentis entre eles e amigos estrangeiros, apreciando todas as formas de verbalizar as boas normas da educação, mesmo com certo distanciamento. O “bonjour” seguido do “s’il vous plaît” é obrigatório, assim como o “merci” e o “pardon” entoado várias vezes ao dia para solicitar algo ou pedir desculpas.

Talvez por isso eles se incomodem tanto quando alguém – turista principalmente – chega a um lugar e pede algo sem “politesse”, isto é, sem as mínimas regras da educação e cortesia. E então alguns cafés e bares começaram a colocar no cardápio uma curiosa sucessão de preços, de acordo com o tom do pedido:

“Um café” custa 1,50€

“Um café, por favor” cai para 1,30€

“Bom dia, um café por favor” vale 1€.

Ao menos por interesse pelo preço menor, deve valer esse mínimo esforço, mesmo que para muitos a delicadeza com os outros não passe de um verniz ou um mero azeite social que lubrifica a relação entre os humanos. Ok, vale assim mesmo, não?

As 5 novidades do Holy Burger. Delícias por uma boa causa

Holy Burger - Mr. Cris. P. Burger - foto Rogerio Gomes - divulgação

Uma das mais simpáticas casas de hambúrgueres de São Paulo é a Holy Burger, pequena, com uma decoração atraente e, claro, bons sanduíches. Após um ano e meio da inauguração no centro da cidade e comprometida com projetos sociais, apresenta novo cardápio com estas cinco sugestões:

Chilli – Queijo cheddar, chilli, sour cream, farofa de bacon e cebolinha no pão branco – R$ 30;

Mr. Chris P. (foto)– Gorgonzola cremoso, cebola crispy e molho barbecue de cerveja escura no pão branco – R$ 25 (foto);

Veggie – Burger de falafel, shimeji na manteiga, tomate e maionese verde no pão integral – R$ 21;

Pony Line – Burger Dry Aged 50 dias, cheddar inglês e melaço de bacon no pão de cebola – R$ 35;

Spicy Pulled Chicken – Peito de frango desfiado no molho barbecue, coleslaw e picles de jalapeño no pão branco – R$ 21;

Continua a servir os clássicos Original Burger, Holy Burger e Cheeseburger de 160 gramas com mistura de três diferentes cortes de carne. Que podem ser acompanhados por batatas fritas com casca em versões individual e para compartilhar, que custam R$ 5 e R$ 14. Além disto, há três opções de sobremesas: pudim de leite condensado assado na latinha, cheesecake com calda de frutas vermelhas feita na casa e bolo de chocolate meio amargo. Todas por R$ 14 cada.

Com a marca, os sócios Filipe Fernandes, Gabriel Prieto e Marcus Vinicius arrecadam recursos para dois projetos sociais: Extreme Impact e Um Novo Tempo, ambos sediados no bairro da Bela Vista. Trabalham com aulas e apresentações de arte voltadas para crianças, adolescentes e jovens, sendo que o Extreme Impact é itinerante e acabou de voltar do sertão de Pernambuco, na cidade de Serrita, onde fizeram intervenções culturais junto aos jovens.

Serviço

Holy Burger

Rua Dr. Cesário Mota Jr, 527, Centro, SP

(11) 4329-9475

Segunda a quinta das 12h às 16h e das 18h a 0h; sexta das 12h às 16h e das 18h a 1h; sábado das 12h a 1h

Holy Burger Delivery e Take Away

Rua Dr. Cesário Mota Jr, 482, Centro, SP

(11) 3214-1314 ou 1319

Segunda a quinta das 12h a 0h; sexta até 1h e sábado das 12h a 1h. O serviço abrange até 8km da unidade e a taxa de entrega varia conforme a distância.