10 frases de celebridades sobre o champagne, tão boas quanto seu sabor

champagne

“Só bebo champagne em duas ocasiões: quando estou amando e quando não estou”. Coco Chanel

“Chega um momento na vida de toda mulher que a única coisa que pode salvá-la é uma taça de champagne”. Bette Davis

“A única coisa da qual me arrependo nesta vida é a de não ter bebido suficiente champagne”. John Maynard Keynes

“Só as pessoas pouco criativas não conseguem encontrar uma razão para beber champagne”. Oscar Wilde

“O champagne é o único vinho que embeleza a mulher depois de bebê-lo”. Madame Pompadour

“Champagne! Na vitória é merecido, na derrota é necessário”.  Napoleão Bonaparte

“As grandes histórias de amor começam com o champagne”. Honoré de Balzac

“Qualquer coisa em excesso é ruim, mas muito champagne é bom”. Scott Fitzgerald

“O champagne leva ao deslumbramento”. George Sand

“Há três coisas na vida que não suporto: café queimando, champagne morno e mulheres frias”. Orson Welles

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Billecart-Salmon na taça e na imaginação

 

Billecart-Salmon-champagne

Beber champagne é um luxo reservado aos melhores momentos da vida, todo mundo sabe. Nenhuma bebida se aproxima tanto das celebrações quanto este vinho procedente da região francesa que lhe dá nome. Como luxo, não é acessível à maioria da população, mas sempre belisca o imaginário de quem sonha com sua nobreza.

Uma das marcas que mais se aproximam dessa aura tem nome sonoro: Billecart-Salmon. Foi fundada em 1818 na vila de Mareuil-sur-Aÿ, na região de Champagne, pelo casal Nicolas-François Billecart e Elisabeth Salmon e é dirigida atualmente pela sexta geração da família. Uma impressão unânime é que trata-se de uma maison com alto volume de produção sem perder a forte qualidade em suas garrafas. Seu brut réserve já chegou a ganhar da revista inglesa Decanter o título de “Melhor champagne brut do mundo”.

Billecart-Salmon-3 champagnesA marca está sendo representada agora no Brasil pela importadora Grand Cru, que apresentou três rótulos em almoço no novo restaurante do chef italiano Salvatore Loi (Rua Joaquim Antunes, 102) em São Paulo: brut réserve, rosé e vintage 2006. Deles, tudo o que se pode esperar de grandes champagnes: equilíbrio, frescor e elegância de aromas, sabores e lembranças, todos feitos em maior ou menor grau com Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier, as uvas emblemáticas da região. Preços: brut R$375; 2006 R$550 e rosé R$595.

Quando o champagne é um acontecimento

Dom Pérignon

Isso acontece, por exemplo, quando é lançada uma edição de Dom Pérignon, como acaba de acontecer com a safra de 2006. E por que tal safra chega aqui em 2015? Pelo espaço de tempo. Um período de mágica, em que cada garrafa adormece por no mínimo 7 anos, para que sua lenta e encantadora segunda fermentação aconteça – a primeira ocorre ao se fazer os vinhos “normais” (que os franceses chamam de “tranquilos”) que serão misturados de acordo com o savoir-faire do enólogo e em seguida engarrafados junto com fermentos, iniciando o processo de formação de gás carbônico, as famosas borbulhas que o deixarão… “intranquilo”.

Esse é o processo sistematizado por Dom Pérignon no final do século 17 na abadia de Hautvillers, ali ao lado da sede da Moët&Chandon, empresa que iniciou a prática de ter um vinho ícone e safrado em 1921. Para entender a importância disso, vale notar que a imensa maioria dos champagnes não tem a safra estampada no rótulo, sendo mistura de vinhos de diferentes anos. Mas, quando a natureza ajuda – ou parece que o monge dá uma forcinha – as uvas atingem a maturação perfeita e permitem chegar a essa versão especial que homenageia o bom homem. Nesse caso, só as uvas daquele ano podem ser utilizadas.

Feito com Chardonnay e Pinot noir em proporção que Richard Geoffroy, o maître de chai responsável por sua elaboração não gosta de revelar, o Dom Pérignon 2006 tem aroma elegantíssimo de delicadas frutas cítricas com faíscas florais, oferecendo alto e duradouro frescor ao paladar. Com este 2006 a Moët&Chandon, do grupo LVMH, comemora outro acontecimento raro: pela primeira vez na sua história, ela coloca no mercado 5 safras seguidas de seu ícone, sequência iniciada em 2002. Não é muito comum que isso aconteça, ainda mais em uma região vinícola como a Champagne, de clima nem sempre amigável.

Outro lançamento recente é o Dom Pérignon rosé 2004 feito com Pinot Noir (este dormita 9 anos nas caves), muito aromático e também de rara elegância, conjugando impacto gustativo lembrando frutinhas vermelhas e pomelo com finesse declaradamente feminina.

A raridade desses champagnes determina seus preços: Dom Pérignon 2006, R$700 e rosé, R$1.300.

Dom Pérignon 2006

SAC LVMH: (11) 3062-8388